Arrasta uma cadeira e senta pra gente prosear...
O Ana Maria Pantaneira vai tratar dos assuntos do cotidiano de Mato Grosso do Sul.
O melhor do mundo está aqui, o Pantanal.Vem pra cá conhecer essa terra sem igual, aqui temos o que você procurar, oferecemos uma terra fértil para plantar, temos homens e mulheres simples do campo que gentilmente lhe chama para um bom churrasco e na sombra da mangueira se refrescar, grandes rios que na época certa você pode pescar, gado leiteiro, gado de corte, uma roça farta para você se deliciar, turismo também para você não vai faltar: Pantanal, Bonito, Bodoquena, Aquidauana, Jardim, Miranda, Coxim, Rio Verde, Rio Negro, Corumbá e Campo Grande a nossa linda capital, tem tanta coisa que aqui não dá para enumerar só você vindo pra cá. A música daqui é sensacional:Almir Sater, Grupo Acaba, Delinha, Marlon Maciel, Michel Teló, Luan Santana, Nei Matogrosso, Lenilde Ramos, Guilherme Rondon, são tantos.
O melhor do mundo está aqui, o Pantanal.Vem pra cá conhecer essa terra sem igual, aqui temos o que você procurar, oferecemos uma terra fértil para plantar, temos homens e mulheres simples do campo que gentilmente lhe chama para um bom churrasco e na sombra da mangueira se refrescar, grandes rios que na época certa você pode pescar, gado leiteiro, gado de corte, uma roça farta para você se deliciar, turismo também para você não vai faltar: Pantanal, Bonito, Bodoquena, Aquidauana, Jardim, Miranda, Coxim, Rio Verde, Rio Negro, Corumbá e Campo Grande a nossa linda capital, tem tanta coisa que aqui não dá para enumerar só você vindo pra cá. A música daqui é sensacional:Almir Sater, Grupo Acaba, Delinha, Marlon Maciel, Michel Teló, Luan Santana, Nei Matogrosso, Lenilde Ramos, Guilherme Rondon, são tantos.
Para lhe contar mais, venha nos visitar, arrasta uma cadeira e vamos prosear!
O nome Ana Maria Pantaneira é uma homenagem ao estado de Mato Grosso do Sul, o meu estado. Esta é a minha terra, aqui é o meu lugar!!!
O nome Ana Maria Pantaneira é uma homenagem ao estado de Mato Grosso do Sul, o meu estado. Esta é a minha terra, aqui é o meu lugar!!!
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
Homenagem ao meu irmão ARIOVALDO!
Meu irmão lindo, incomparável, tudo de bom, amo você garoto.
Muitas vezes você foi meu herói!
Hoje é meu exemplo de vida, exemplo a ser usado por todos nós, que lhe conhecemos e sabemos do seu caráter e coração.
Recebe aqui essa homenagem feita por mim, mas em nome de todos nós seus irmãos e irmãs.
Um dia qualquer na vida de uma criança feliz!
EM BANDEIRANTES ...MS, lá pelo anos:1958, 1959....
Ana Maria era uma menina esperta e nos seus anos de infância tinha vontade de descobrir o mundo. Mas na sua inocência não sabia como, apesar de saber que por trás da mata, por cima das árvores, existiam grandes aventuras. E ela gostaria de ver o que havia escondido lá, mas não podia, pois sua mãe não a deixava sair sozinha para ir em busca dos seus prazeres. Entretanto, Ana Maria tentava... vez ou outra ela se esquivava dos olhos de sua mãe e fugia.
Havia um pé de manga que era tentador, para Ana Maria parecia fazer parte de uma floresta, tão grande era sua altura e diâmetro! Ela chegava ali embaixo daquela árvore e ficava absorta olhando para cima, tentando adivinhar o que existia no meio daquelas folhas, milhões delas, verdes, lindas, intocáveis! E quando, então, era o tempo das flores, Ana Maria conseguia ficar na pontinha dos pés para alcançar o galho mais baixo e chacoalhar até que suas flores caíssem nos seus cabelos loiros da cor do sol. Só que ela não via o efeito lindo das flores marrons, rosas e secas da mangueira em contraste com seus cabelos. Ela passava as mãos e sentia as florzinhas e ria de alegria, pois intimamente sentia que havia ficado linda!
O tempo foi passando e Ana Maria se enchendo de coragem para subir naquela árvore majestosa que fazia seus pensamentos ficarem aguçados e curiosos. Sonhava em descobrir o que havia lá no topo, entretanto, ela sabia que lá em cima, depois das folhas, era o céu!
__Queria tanto ver o céu, ele está lá todo azul, cheio de bichinhos nas nuvens, toda hora eu vejo um, dizia ela, conversando com seu amiguinho imaginário, que aliás era seu companheiro em todas as suas aventuras.
Um belo dia Ana Maria se encheu de coragem e subiu naquela árvore enorme. Sentiu medo, muito medo quando estava nos primeiros galhos, mas foi indo de pé em pé, de galho em galho.
E ao se dar conta já estava lá no alto, bem no alto e quando colocou sua cabecinha acima das folhas ficou deslumbrada com a paisagem que viu.
Não se conteve e disse em voz alta:
__Como tudo aqui é lindo, que silêncio, que frio!
Teve vontade de gritar, parecia que seu peito ia explodir de tanta alegria, mas ficou calada, porque se não seus irmãos ou seus pais poderiam ouvir e ela sabia que não podia estar ali.
Depois de certo tempo percebeu que tinha que descer...
E tentou voltar.
Mas como voltar se a coragem tinha acabado, quando ela olhou para baixo e viu a altura em que estava?
Então começou a chorar e a gritar:
___Me tira daqui eu não sei descer!
Ninguém ouvia, pois o pé de manga era longe da casa, ao lado do rego de água.
Novamente ela gritou com tanta força que sua garganta doeu.
Seu irmão ouviu de longe e, como já sabia que Ana Maria estava aprontando, veio em seu socorro.
Calmamente para não assustá-la ele subiu até o último galho onde ela estava e foi descendo e dizendo a ela:
__Pisa aqui, agora aqui....
E foi fazendo assim até que chegaram ao chão. Mas aí Ana Maria já estava chorando, pois sabia que sua mãe ia brigar e brigou mesmo, com toda razão.
Mas é a vida ... e a vida continuava...
Volta e meia se ouvia os gritos de Ana Maria:
___Me tira daqui, eu não sei descer...
E lá ia seu irmão:
___Coloca o pé aqui, agora aqui...
E sua mãe lá embaixo com uma varinha na mão.
Ana Maria De Medeiros Diniz
sábado, 14 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Resgate
Nasci e morei na fazenda em Bandeirantes- Mato Grosso do Sul, sabe o que mais me marcou e deixou saudades? A reunião da família meus pais Orgínio e Candida (in memorian) meus irmãos, minhas irmãs e as cantorias depois do jantar no terreiro à luz da lua e da lamparina de querosene, eu sempre abraçava minha pelas costas dela e ficava ali ouvindo ela acompanhar as músicas cantando junto, tínhamos na fazenda dois irmãos violeiros que trabalhavam conosco e praticamente toda noite nos reuníamos para a cantoria, me lembro bem do seu Negrinho ele que dedilhava o violão, aquilo para mim era o máximo por que dava para entender as palavras da música através das cordas do violão e fui crescendo naquele ambiente alegre e ao mesmo tempo nostálgico e hoje eu entendo o por quê da minha alma sertaneja, porque o que de melhor me aconteceu cresci ouvindo a música raiz do Brasil, música que falava de amor, natureza, da vida do caboclo:Tonico e Tinoco, Pedro Bento e Zé da Estrada, Zé Fortuna e Pitangueira, Alvarega e Ranchinho e tantos outros que aos poucos vou trazendo à lembrança e postando aqui, ainda bem que a acordeon está voltando, visto a dupla Emílio e Eduardo, Grupo Tradição etc., portanto, aqui no Pantaneira quero e tenho a obrigação de fazer este resgate.http://kbimag
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
CÓDIGOS DOS INDÍGENAS AMERICANOS
- http://kbimag
Link Se a gente pusesse em prática esses ensinamentos, apenas esses, não precisávamos mais nada. Nem leis, nem nada. - Código dos Indígenas Americanos.
- 1- Levante com o Sol para orar. Ore sozinho. Ore com frequência. O Grande Espírito o escutará se você, ao menos, falar.
- 2- Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza originam-se de uma alma perdida. Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.
- 3- Procure conhecer-se por si próprio. Não permita que outros façam seu caminho por você. É sua estrada e somente sua. Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.
- 4- Trate os convidados em seu lar com muita consideração. Sirva-os com o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra.
- 5-Não tome o que não é seu. Seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza ou da cultura. Se não foi ganho nem foi dado, não é seu.
- 6- Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam pessoas, plantas ou animais.
- 7- Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas. Nunca interrompa os outros, nem os ridicularize, nem rudemente os imite. Permita a cada pessoa o direito de expressão pessoal.
- 8- Nunca fale dos outros de uma maneira má. A energia negativa que você coloca no Universo voltará para você multiplicada.
- 9- Todos as pessoas cometem erros. E todos os erros podem ser perdoados.
- 10- Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o otimismo.
- 11- A Natureza não é para nós, ela é parte de nós. Toda a natureza faz parte da família Terrena.
- 12- As crianças são as sementes do nosso futuro. Plante amor nos seus corações e regue com sabedoria e lições de vida. Quando estiverem crescendo, dê-lhes espaço para que cresçam.
- 13- Evite machucar os corações das pessoas. O veneno da dor causada a outros, retornará a você.
- 14- Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande teste para a nossa herança no Universo.15- Mantenha-se equilibrado.
- Fonte: Extraído do Livro de Robert Wong :"O Sucesso está no Equilíbrio".
- Crédito: http://www.caminhosdoconhecimento.com/ es.blogspot.com/post-template.jpg
terça-feira, 26 de agosto de 2008
LEI DA ATRAÇÃO
Lei da Atração Desvende esse mistério . Um segredo guardado a 7 chaves
pelos homens mais brilhantes desse universo,hoje revelado
para a humanidade.Descubra como mudar sua vida através
do seu pensamento.Navegue por esse caminho, sinta-se em
casa.Você é especial.
www.caminhosdoconhecimento.com.br
domingo, 17 de agosto de 2008
Procurando a felicidade
TEMA: A FELICIDADE PELA SIMPLICIDADE VOLUNTÁRIA
Esse texto é uma entrevista com Antonio de Andrade, escritor e jornalista
com formação em Psicologia, sobre esse tema.
FELICIDADE é o objetivo de vida de todo ser humano. Costuma-se dizer que a felicidade não um destino mas o modo de viajar, o modo de viver o seu dia-a-dia. Muitas pessoas buscam a felicidade mas colocam muitas barreiras que atrapalham esse viver nos seu dia-a-dia.
Geralmente essas barreiras foram levantadas pelas próprias pessoas. Uma dessas barreiras é o "estilo de vida", adotado pela maioria da sociedade capitalista, onde predomina o consumismo desenfreado, levando as pessoas a terem um único objetivo na vida: "ter" cada vez mais, em especial dinheiro e bens materiais. Para alcançarem esse objetivo, as pessoas precisam trabalhar cada vez , para poderem ganhar cada vez mais, mas apesar disso, continuam a viver insatisfeitas com o que já possuem e com o salário que ganham. Insatisfeitas, ficam angustiadas e estressadas, porque nunca conseguem satisfazer a ânsia do "querer cada vez mais". Outros ficam deprimidos e ansiosos, com crises de angústia, por não conseguirem manter o status e o nível de vida social que antes tinham. É a chamada "angústia por status"(status anxiety), também conhecida como "ansiedade por status".
Para despertar as pessoas para saírem desses estilos de vida criados pela sociedade capitalista, estilos que deixam as pessoas infelizes, surgiu um novo movimento social que está acontecendo em muitas lugares de nosso planeta. Os cientistas sociais já fazem a previsão de que esse movimento se tornará uma tendência mundial dominante no século XXI, influenciando a vida em todos os seus aspectos: impacto no consumo dos produtos, levando as empresas a novas estratégias de marketing, impacto nos estilos de convivência social e nos estilos de vida das grandes e pequenas cidades, no estilo das relações familiares (conjugais e com os filhos), nas escolas, no lazer, na escala de valores das pessoas, e em especial, na descoberta da importância de se valorizar a natureza, os recursos naturais que ainda existem. Esse movimento social é chamado de SIMPLICIDADE VOLUNTÁRIA.
Simplicidade Voluntária é um novo estilo de vida e de valores, adotado pelas pessoas que querem um retorno à vida mais simples, aproveitando melhor as condições de suas vidas, vivendo com menos mas melhor, convivendo mais com os familiares e com os outros, tendo melhor qualidade de vida, bem diferente da vida que levavam anteriormente, uma vida agitada e angustiante. Essa mudança está levando muitas pessoas a descobrirem uma vida mais realizadora e feliz. Elas têm encontrado a felicidade vivendo com outro estilo a suas vidas. Nesse novo estilo de viver, as pessoas examinam os conceitos que têm sobre a vida, mudando-os, em especial a escala de valores, daquelas coisas que realmente são importantes para elas, para que sejam felizes. Mudam o valor de "ter mais" para "ser mais", em especial, ser mais feliz. É uma mudança já expressa pelo filósofo inglês Bertrand Russel (1872-1970) quando afirmou: "Ficar sem algumas coisas que você quer é parte indispensável da felicidade." e outro filósofo, o grego Platão (427 ou 438-347 ou 348 a.C.) afirmava: "O homem que faz com que tudo aquilo que conduz à felicidade, dependa de si mesmo e não de outros homens, adota o melhor plano para ser feliz."
Acompanhando esta mobilização mundial em busca da felicidade, e valendo-me da experiência de muitos anos como terapeuta de adultos e casais e como ministrante de treinamentos para diretores e gerentes para a eficácia e felicidade humana, tenho escrito livros e artigos nos quais a MUDANÇA para se encontrar a felicidade, é um dos temas centrais.
Em meu primeiro livro "1932 - Os deuses estavam com sede", um romance ambientado na Revolução Constitucionalista de 1932, o maior conflito militar do Brasil no século 20, apresento as mudanças almejadas, na época, pelos paulistas em busca de um país livre e mais democrático, e através dos personagens fictícios que criei nesse romance, apresento algumas mudanças de vida, de sentimentos, de escalas de valores, e levo o leitor a mergulhar em uma viagem no tempo histórico, conhecendo a colonização da região do fundo do Vale de Paraíba (chamada hoje de Cone Leste Paulista) e a fundação das cidades atualmente consideradas históricas, como Bananal, Silveiras, Areias, São José do Barreiro, região que foi palco de combates na Revolução de 32, descrevendo com detalhes a vida simples e de qualidade que tinham os tropeiros da região.
No segundo livro, "Para Um Novo Amanhecer", de auto-ajuda, levo o leitor a um mergulho interno em busca da felicidade, levando-o a fazer uma "faxina interior" de mudanças que tragam mais consciência de si mesmo e mais felicidade. Já no terceiro livro, "Criança Feliz, Adulto Feliz: O Poder Emocional da Auto-Imagem" apresento, especialmente, as ações dos pais e educadores, como "agentes de mudanças", para que as crianças e os jovens possam evoluir bem, chegando a ser "gente com qualidades", mais saudáveis, tendo uma melhor imagem que fazem de si mesmas e do modo como se relacionam com as outras pessoas, ajudando a formar uma sociedade melhor. E no romance "Os Segredos de Fellicia" apresento as idéias de como encontrar a sua alma gêmea e a felicidade, e as mudanças, para melhor, no relacionamento emocional e sexual, com orgasmos prazerosos, vivendo sem inibição ou culpa. Na história desse livro coloquei idéias de como ajudar a sociedade humana para ser melhor, com possibilidades de todos os seres humanos da Terra poderem usufruir das riquezas que o planeta oferece para todos. E no quinto livro "Disciplina e a Educação para a Cidadania" apresento o que os educadores e pais poderiam fazer para que a sociedade tenha mais pessoas equilibradas, com postura cidadã responsável.
A decisão de viver o seu dia-a-dia com felicidade, é uma decisão de cada um, e ninguém pode fazer isso a não ser cada pessoa. Do mesmo modo a decisão tem que ser voluntária, individual, para viver uma vida mais simples e realizadora. Acredito ser possível realizar as mudanças necessárias para que cada um viva esse estado de felicidade, no seu dia-a-dia. E acredito ser possível realizar mudanças para haver uma sociedade onde as pessoas possam viver de modo mais saudável e feliz, mais conscientes das suas necessidades e das suas fontes de satisfação e vivenciando melhor as suas emoções, consigo mesmos e com os outros, seja no trabalho, na vida conjugal, familiar ou social.
Através das perguntas(P) e das respostas (R) dessa entrevista fictícia, apresento mais idéias sobre a
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Nós mulheres e nossas bolsas
A partir do século 18 quando as mulheres começaram a sair, começaram a usar um tipo de bolsa inspirada no modelo masculino, estilo envelope chamada de pocketbook, no final século 19 a indústria trouxe modelos novos mas a bolsa tipo saco se torna a preferida e passa a ser feita de seda, veludo, e de todo tipo de tecido.
No século 20 é que começa realmente o fetiche das bolsas, as indústrias percebendo a procura enorme pelas bolsas de qualquer cor, tamanho e design passaram a dar valor e seriedade à industrialização das tais, para a nossa felicidade, claro.
As bolsas ganham cores, modelos arrojados, combinando com os sapatos, forradas com próprio tecido do vestido, enfim o que nossa imaginação idealiza nós fazemos em relação ao nosso maior complemento, a bolsa.
Elas representam estilo de vida, deixaram de ser algo indispensável há muito tempo para se tornarem obrigatórias.
Mulheres altas, baixas, magras, gordas, loiras, morenas, ruivas, princesas, plebéias, patricinhas, batalhadoras não abrimos mão e não conseguimos viver sem uma bolsa a tira-colo.
Elas podem ser de couro, de plástico, imitação, tecido, velha, nova, emprestada, baratas, caras, caríssimas, à prestação, à vista de qualquer cor não importa onde vamos ela vai junto, nossa amiga inseparável, nossa confidente, pois dentro dela está todos os nossos segredos, nossos encontros, nossas frustrações, nossos desejos, guardamos tudo que conseguimos dentro delas, elas são as únicas que nos aguentam todos os dias sem reclamar.Já imaginaram se por um infortúnio não existissem mais bolsas, como faríamos para carregar tanto quinquilharias? E os sapatos como ficariam sem o complemento deles, tenho certeza que a moda não seria mais a mesma, nos faltaria um pedaço, não seríamos mais tão elegantes.
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