Arrasta uma cadeira e senta pra gente prosear...

O Ana Maria Pantaneira vai tratar dos assuntos do cotidiano de Mato Grosso do Sul.

O melhor do mundo está aqui, o Pantanal.Vem pra cá conhecer essa terra sem igual, aqui temos o que você procurar, oferecemos uma terra fértil para plantar, temos homens e mulheres simples do campo que gentilmente lhe chama para um bom churrasco e na sombra da mangueira se refrescar, grandes rios que na época certa você pode pescar, gado leiteiro, gado de corte, uma roça farta para você se deliciar, turismo também para você não vai faltar: Pantanal, Bonito, Bodoquena, Aquidauana, Jardim, Miranda, Coxim, Rio Verde, Rio Negro, Corumbá e Campo Grande a nossa linda capital, tem tanta coisa que aqui não dá para enumerar só você vindo pra cá. A música daqui é sensacional:Almir Sater, Grupo Acaba, Delinha, Marlon Maciel, Michel Teló, Luan Santana, Nei Matogrosso, Lenilde Ramos, Guilherme Rondon, são tantos.
Para lhe contar mais, venha nos visitar, arrasta uma cadeira e vamos prosear!

O nome Ana Maria Pantaneira é uma homenagem ao estado de Mato Grosso do Sul, o meu estado. Esta é a minha terra, aqui é o meu lugar!!!



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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Histórias

 "Os  escritores  barricam-se em histórias para não sofrer."
Inês Pedrosa        







 Cê vai morrê....











  Caboquim cordô cêdo, ispriguíçô,
lavô as mão na gamela, limpô uzói, sinxugô,
tomô café, pegô a inxada,
sivirô pra muié I falô:

- Muiééé,
tô inoprotrabaio.

Quano q'êle saiu di casa, ao invêiz dií prá roça,
ele subiu num pé di manga I ficô iscundidim.
Di repenti pareceu um negão, e foi inté upé di manga
I nem si percebeu q'o caboquim tava lá inrriba.

Pegô u'a manga...
chupô,
pegoôta,
I mais ôta...,

I a muié du caboquim chego na janela e gritô:
- Póvim, ele já foi!

I o negão largô as manga
I sinfurnô dendicasa du caboquim.

O caboquim, danado di ráiva, desceu da árvre,
pegô um facão e intrô in casa.

Quandele abriu a porta ele viu o negão chupano
as teta da muié, intonsi levantô u facão e falô:
- Vai morrêêêêê negão!!!

E num é cunegão
puxô um 38 da cintura,
I pontô pro caboquim falano:
- Pruquê qui eu vômorrê?

E o cabuquim:
- Uai cê chupô trêis manga
e agora tá mamano !!!!
Assim vai morrê, casquê manga cum leite faiz mar, uai!?!?

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Alma de Mulher II

Teresa, moça linda nos seus 20 anos tal era sua beleza que não havia se quer uma pessoa que não a notasse, de corpo perfeito,de pele clara, cabelos pretos e lisos até à cintura de olhos negros como uma pedra de ônix. Com o seu corpo pedindo amor ela não queria ser apenas um troféu a ser apresentado, queria sim viver um grande e verdadeiro amor, sabia que esse dia chegaria e esperava pacientemente por ele.Quando sentia solidão corria para seu lugar preferido, a praça. Aquela praça tinha um poder mágico sobre ela, não entendendo o porquê daquilo ficava ali horas olhando as árvores, as flores, as folhas que caiam cobrindo o chão como se formasse um tapete para que Teresa passasse, o pequeno lago com peixinhos brilhantes, o velho coreto, a grama bem cuidada, casais namorando, crianças brincando, ali era seu paraíso. Naquele dia em especial fazia frio, Teresa vestia suéter branco, calças jeans e botas pretas, estava radiante com seus lindos cabelos amarrados numa belo arranjo por uma presilha prata, depois de andar por longos minutos, pela praça, sentou- se no seu banco preferido e ficou ali perdida em seus pensamentos.
Nota: Direitos reservados à autora, é proibido qualquer alteração no formato ou texto. http://kbimag Link es.blogspot.com/post-template.jpg